
O presidente do Equador, Guillermo Lasso, atacou o juiz que aplicou medidas alternativas e libertou cinco alegados criminosos, incluindo o homem possivelmente responsável pela morte do director da prisão El Inca, Santiago Loza.
Embora Lasso tenha inicialmente optado por não descrever o juiz responsável por esta medida, mais tarde aventurou-se a chamar-lhe «inimigo da segurança pública» e «defensor dos criminosos», como noticiado no jornal equatoriano ‘El Universo’.
«É inaceitável que os esforços da Polícia Nacional terminem na irresponsabilidade de um juiz que deixa livres os criminosos experientes», reprovou o presidente equatoriano durante o seu discurso num evento com a polícia.
Finalmente, Lasso apelou ao presidente do Conselho Judicial do Equador a aplicar sanções exemplares contra o magistrado, a quem acusou mais uma vez de estar «do lado dos criminosos e não do lado dos cidadãos».
Loza foi encontrado morto no início de Dezembro na periferia da capital do país, Quito, vítima de um «ataque mortal». O director do centro penitenciário El Inca estava em funções há apenas três semanas.






