
O poder judicial georgiano na segunda-feira recusou-se a libertar o ex-presidente georgiano Miajil Saakashvhili, apesar da sua delicada condição após uma greve de fome e da recusa do Estado em lhe prestar assistência médica.
O Tribunal Municipal de Tbilisi, a capital do país, rejeitou o pedido da defesa de Saakashvili para libertar o antigo presidente ou adiar a sentença contra ele, de acordo com o diário «Rezonansi».
O caso de Saakashvili – que detém a cidadania ucraniana – ganhou notoriedade porque o parlamento ucraniano pediu à Geórgia e à União Europeia que transferissem o antigo presidente para que ele pudesse receber tratamento médico no estrangeiro.
Por outro lado, as autoridades ucranianas, incluindo o Presidente Volodimir Zelenski, denunciaram a situação do terceiro presidente na história da Geórgia, acusando o estado de o matar de «viver».
Saakashvili, acusado de desvio de fundos e abuso de poder durante o seu mandato, foi detido em Outubro de 2021, após oito anos fora do país. Desde então, anunciou várias greves de fome e a sua família exigiu que fosse transferido para uma clínica para tratamento.
Fonte: (EUROPA PRESS)






