
Um tribunal peruano de primeira instância condenou o congressista Acción Popular Raul Doroteo a quatro anos de liberdade condicional por crimes de falsa declaração num procedimento administrativo e falsidade genérica.
De acordo com a frase, Doroteo declarou perante o Júri Nacional de Eleições que era licenciado em Sistemas e Informática pela Universidade de San Ignacio de Loyola (USIL). No entanto, a instituição educativa indicou que o congressista não se tinha formado, mas estava simplesmente inscrito, de acordo com a estação de rádio RPP.
Além disso, a universidade alegou que Doroteo nunca se tinha inscrito em nenhum curso, embora tivesse sido aluno do Instituto San Ignacio de Loyola (ISIL).
A sentença contra o parlamentar estabelece igualmente regras de conduta e o pagamento de uma reparação civil de 1.000 soles (252 euros), a ser paga no prazo de dois meses, de acordo com «La República».
Contudo, em 2013, o congressista assinou uma falsa declaração de vida do candidato que foi questionada um ano mais tarde pela própria instituição universitária, o que levou o caso a tribunal.






