
O Presidente da Somália, Hassan Shaykh Mohamud, prometeu continuar a «guerra total» contra o Al Shabaab, sublinhando que «a retirada e a derrota não são uma opção» face ao aumento das ofensivas contra o grupo terrorista nas últimas semanas.
«O nosso país e o nosso povo estão num ponto em que voltar atrás e a derrota não são uma opção», disse ao Parlamento, antes de acrescentar que as autoridades «estão empenhadas em livrar o país dos ‘jawans'», de acordo com o portal de notícias Somali Goobjoog News.
Utilizou um termo que se refere a uma «seita desviante», dias depois de o governo ter proibido o uso do Al Shabaab para se referir ao grupo, que está ligado à organização terrorista Al Qaeda, e exigiu que este fosse referido como Al Shabaab.
«Decidimos aplicar-nos à luta para limpar o país», disse Shaykh Mohamud, que sublinhou que não tinha «encontrado outra alternativa senão defender a dignidade, o Islão e a nação» depois de chegar ao poder, Como noticiado pelo Guardião Somali, a Somália intensificou nos últimos meses as ofensivas contra o Al Shabaab com o apoio de clãs e milícias locais como parte de uma série de decisões tomadas pelo presidente, que se comprometeu a colocar a luta contra o terrorismo no centro dos seus esforços para estabilizar o país.






