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Malásia exclui apoio às eleições da junta militar da Birmânia previstas para 2023

Pedro Santos

2022-11-15
Archivo
Archivo – Una bandera de Malasia (Archivo) – FARIS HADZIQ / ZUMA PRESS / CONTACTOPHOTO

As autoridades malaias excluíram o apoio às eleições gerais da junta militar birmanesa previstas para 2023, fazendo da Malásia o primeiro membro da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) a rejeitar tal sondagem.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros malaio Saifudin Abdullah disse que «não é moralmente correcto que a junta fale de eleições depois de usurpar o poder na sequência de um processo eleitoral que foi observado e reconhecido internacionalmente como livre e justo».

«A Liga Nacional para a Democracia ganhou as últimas eleições, mas antes de poderem iniciar a legislatura no parlamento, a junta tomou o poder. Portanto, é completamente ilógico que a Malásia e a ASEAN apoiem a ideia da realização destas eleições», afirmou, segundo a agência noticiosa Bernama.

A recusa da Malásia em aceitar estas eleições surge quando a junta se prepara para conceber o seu próprio sistema para as eleições, que já foram criticadas pela junta e pelo Governo de Unidade Nacional formado pela oposição à junta e reconhecido como o governo legítimo pela maioria dos cidadãos.

Os Estados Unidos exortaram recentemente a comunidade internacional a rejeitar o regime militar da Birmânia e as suas «eleições fraudulentas».

A Birmânia encontra-se numa grave crise desde Fevereiro do ano passado, sob o controlo de uma junta militar que decidiu tomar o poder pela força depois de rejeitar os resultados das eleições realizadas em Novembro de 2020.

Desde então, os militares têm perseguido os principais líderes do anterior governo civil, incluindo a activista e «ex-líder de facto» do país, Aung San Suu Kyi, e reprimiram violentamente os protestos contra ela.

A Associação das ONG birmanesas de Assistência aos Presos Políticos (AAPP) estima que quase 2.400 pessoas morreram em resultado da repressão militar e que cerca de 15.900 pessoas permanecem detidas e privadas dos seus direitos desde o golpe de Fevereiro.

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