
O Presidente cubano Miguel Díaz-Canel iniciou uma viagem internacional na quarta-feira, durante a qual visitará a Argélia, Turquia e China, bem como a Rússia, onde planeia encontrar-se com o Presidente Vladimir Putin.
Segundo o perfil de Díaz-Canel no Twitter, a viagem é a resposta de Cuba aos «convites oficiais» alargados por Argel, Ancara, Pequim e Moscovo, e durará onze dias, até domingo 27 de Novembro.
«Após dois anos sob o impacto da COVID-19, estamos de novo a atravessar o Atlântico para uma intensa digressão, na qual abordaremos questões essenciais para o nosso país, fundamentalmente relacionadas com o sector electro-energético», disse ele.
O principal objectivo da digressão é «reforçar os laços económicos e políticos» que permitirão ao governo da ilha continuar a promover o seu desenvolvimento. «Por outras palavras, para continuar a construir o horizonte de bem-estar que merecemos», disse Díaz-Canel.
«O programa concebido responde às prioridades políticas e económicas de Cuba, bem como aos esforços para aliviar os efeitos de uma crise pós-pandémica que está a afectar todo o mundo, e no nosso caso é exacerbado pelos efeitos do bloqueio dos EUA», acrescentou ele.
O líder cubano é acompanhado pelos vice-primeiro-ministros Ricardo Cabrisas e Alejandro Gil; o ministro dos Negócios Estrangeiros Bruno Rodríguez; o seu homólogo do Comércio Externo, Rodrigo Malmierca; e os responsáveis pela Energia e Saúde, Vicente de la O e José Ángel Portal, respectivamente.
«HÁ MUITO DE QUE FALAR».
Por seu lado, o porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov, confirmou a visita do presidente cubano, um representante de um país que é um «parceiro muito importante» para a Rússia e com o qual «há muito para falar».
Do mesmo modo, a Embaixada de Cuba em Moscovo anunciou que o Presidente Díaz-Canel participará na próxima terça-feira na inauguração de um monumento ao líder cubano Fidel Castro, que será erguido na praça que leva o seu nome, localizada no distrito de Sokol, na capital.






