
As autoridades sul-coreanas efectuaram na quinta-feira uma série de buscas contra mais de vinte localidades e sedes, incluindo a Câmara Municipal de Seul e o Ministério do Interior, em ligação com a tragédia ocorrida a 29 de Outubro durante uma festa de Halloween no bairro de Itaewon, onde morreram 156 pessoas.
Uma equipa de 65 investigadores, com a cooperação de vários oficiais, realizou as rusgas, que fazem parte da investigação do que aconteceu naquela noite, quando se deu uma debandada mortal, deixando quase 200 pessoas feridas.
Os inquéritos continuam a aumentar à medida que aumenta a controvérsia sobre o facto de as autoridades não terem agido após receberem as primeiras chamadas a alertá-las para a debandada. De acordo com a agência noticiosa Yonhap, a polícia pretende interrogar esta semana os chefes de várias esquadras da capital.
A comissão especial de investigação proibiu o chefe do gabinete da polícia de Yongsan Ward, Park Hee Young, de deixar o país à medida que a investigação sobre o incidente continua. Além disso, vários altos funcionários já foram acusados.
A equipa de investigação acusou o Ministro do Interior Lee Sang Min de negligência e delegação de funções na sequência de queixas por parte dos bombeiros.






