
Um juiz britânico autorizou médicos a realizar uma cesariana a uma menina de 16 anos com um «historial de abuso sexual» e distúrbio de stress pós-traumático, apesar do facto de a menina, uma ala dos serviços sociais, querer dar à luz apenas por parto natural.
O Tribunal de Protecção considerou que a intervenção cirúrgica era a única opção «realista», uma vez que o trabalho médico para induzir o parto não tinha tido sucesso e a menor tinha mudado de ideias em várias ocasiões. A incapacidade de agir, argumentaram os advogados do hospital, implicava um «risco significativo de nado-morto», segundo a BBC.
A decisão, emitida na sexta-feira passada, tinha sido mantida em segredo até depois do nascimento do bebé. Os advogados que representam o hospital confirmaram o nascimento na segunda-feira, embora não tenham esclarecido se foi realizada uma cesariana, tal como o juiz tinha autorizado.






