
Vitali Klitschko, presidente da câmara da capital ucraniana Kiev, denunciou novos ataques à cidade na quarta-feira, lançando novamente sirenes antiaéreas como parte da invasão do território pela Rússia.
O presidente da câmara, que advertiu que já foram registadas várias explosões, instou a população a «ir para abrigos» e notou que o alerta aéreo «continua». «As infra-estruturas civis na capital foram atingidas», disse ele.
Na quarta-feira, o governo ucraniano insistiu que os ataques à indústria energética «não vão ajudar a Rússia a reforçar as suas posições». O Ministério da Defesa disse que tais movimentos «não terão efeito e não abrandarão o avanço das forças para libertar os territórios temporariamente ocupados».
A Vice-Ministra da Defesa Hanna Maliar afirmou que «a grande maioria dos mísseis inimigos atingiu as infra-estruturas energéticas» e salientou que estes ataques «visam a população civil», segundo a agência noticiosa Ukrinform.
«Isto não irá desencorajar a população civil. O inimigo está errado se pensa que a destruição destas infra-estruturas vai distrair as forças ucranianas e afastá-las da frente no leste e no sul», disse ele.






