
As autoridades russas e ucranianas confirmaram na quinta-feira a libertação de 50 prisioneiros de guerra de cada lado, numa guerra que está agora no seu nono mês.
Andrii Yermak, chefe do Gabinete Presidencial Ucraniano, confirmou que a Rússia libertou 20 membros da Guarda Nacional, doze da marinha, dez soldados das Forças Armadas, seis da Guarda de Fronteiras e dois das Forças de Defesa Territorial.
Os soldados que regressam à Ucrânia incluem pelo menos 19 defensores da cidade de Mariupol, o cenário dos combates nas fases iniciais da guerra, bem como 15 da central nuclear de Chernobyl, relata Ukrinform.
O Ministério da Defesa russo também confirmou esta informação e salientou que os soldados que regressavam ao território russo estavam «em perigo de vida» sob custódia ucraniana.
Embora o fim da guerra não pareça estar próximo e a Rússia e a Ucrânia tenham dado poucos sinais de aproximação, Kiev e Moscovo realizaram várias trocas de prisioneiros desde o início da guerra, no final de Fevereiro.






