
O governo húngaro anunciou quinta-feira que fornecerá à Ucrânia 187 milhões de euros até 2023 da assistência macrofinanceira proposta pela Comissão Europeia de 18 mil milhões de euros, mas salientou que o fará directamente a Kiev e não através de um mecanismo conjunto.
«Entregaremos a parte dos 187 milhões de euros do empréstimo conjunto da UE previsto de 18 mil milhões de euros à Ucrânia através de meios bilaterais e dos orçamentos nacionais, mas não através de outro empréstimo conjunto da UE», explicou Balazs Orbán, conselheiro do primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, numa mensagem na sua conta do Twitter.
A 9 de Novembro, a Comissão Europeia propôs uma assistência macrofinanceira de 18 mil milhões de euros à Ucrânia no próximo ano, um apoio que assumirá a forma de empréstimos em condições favoráveis e que será condicionado por reformas de longo alcance por parte de Kiev, embora a iniciativa, que necessita da unanimidade dos 27 para avançar, já esteja a ser rejeitada pela Hungria.
Este apoio assumirá a forma de empréstimos concessionais e será condicionado por reformas de longo alcance por parte de Kiev, embora a iniciativa, que necessita da unanimidade dos 27 para ser levada por diante, tenha sido rejeitada pela Hungria.
O governo de Orbán mantém um impasse com os seus parceiros da UE sobre o acesso aos fundos da UE bloqueado pela deriva antidemocrática da Hungria, embora Budapeste esteja a trabalhar contra o relógio em reformas judiciais para levantar as reservas do bloco.






