
Os Estados-membros da União Europeia adoptaram na segunda-feira novas regras para reforçar a ciber-segurança na Europa, exigindo normas mais rigorosas para a monitorização e aplicação de medidas de ciber-segurança e alargando as medidas a sectores «essenciais» como a energia, a saúde e a banca.
O objectivo da nova legislação é melhorar a resiliência e a resposta a incidentes nos sectores público e privado em toda a UE. «Não há dúvida de que a ciber-segurança continuará a ser uma questão chave durante os próximos anos. A nossa economia e a segurança dos cidadãos estão em jogo. Hoje estamos a dar mais um passo para melhorar a capacidade de reagir a esta ameaça», salientou o vice-primeiro-ministro checo Ivan Bartos, o país que detém a presidência semestral do Conselho.
O regulamento estabelece obrigações de cibersegurança para empresas, administrações e infra-estruturas e surge no meio de uma onda de ataques a infra-estruturas críticas na UE, incluindo a sabotagem do gasoduto Nord Stream no final de Setembro. As medidas de ciber-segurança serão mais rigorosas em termos de gestão de riscos, relatórios, partilha de informação e abrangerão mais entidades e sectores.






