
O presidente do Equador, Guillermo Lasso, assinou na terça-feira um decreto que apela oficialmente a um referendo, previsto para 2023, para tratar de questões de segurança dos cidadãos, reforço da democracia e protecção ambiental.
«Os equatorianos poderão decidir sobre oito questões que trarão mais segurança, melhor representação e permitirão o cuidado do ambiente. Com esta consulta, o Equador ganha», disse o presidente equatoriano no seu perfil oficial no Twitter.
O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) tem um período de 15 dias para fazer o anúncio oficial e, depois disso, 60 dias para realizar a consulta, pelo que a consulta deverá ter lugar em Fevereiro, de acordo com o jornal ‘El Telégrafo’.
Entre as perguntas, os cidadãos terão de responder sobre questões como a extradição de equatorianos que tenham cometido crimes relacionados com o crime organizado, bem como sobre a redução do número de membros da assembleia ou a exigência de um número mínimo de membros para os partidos políticos, entre outros.






