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O Tribunal Constitucional do Uganda declara nula a lei colonial que criminaliza a mendicidade

Pedro Santos

2022-12-02
Ficheiro
Ficheiro – As raparigas sentam-se numa escola no distrito de Amudat, Karamoja, Uganda, após escaparem de casa na sequência de tentativas das suas famílias de as submeter a mutilação genital. – SALLY HAYDEN/SOPA IMAGES/ZUMA PRESS/CONTACTOPHOTO

O Tribunal Constitucional do Uganda declarou nula e sem efeito uma lei do Código Penal que pune a mendicidade por ser ambígua e violar a liberdade de movimento e a liberdade de circulação.

A decisão do tribunal foi unânime, com os cinco juízes a votarem para derrubar a lei, fazendo de qualquer tentativa de privar uma pessoa do seu direito à liberdade de circulação um delito criminal.

Os juízes defenderam os argumentos do Fórum de Sensibilização e Promoção dos Direitos Humanos (HRAPF) do Uganda contra uma regra segundo a qual qualquer pessoa encontrada a vaguear num local público poderia ser punida e ser considerada pela polícia como um «vagabundo» ou «velhaco».

O director da HRAPF Adrian Jjuuko argumentou que esta regra colonial britânica se destinava a agrupar os pobres em espaços confinados. Hoje era um terreno fértil para o abuso e extorsão policial.

As punições iam desde uma penalização financeira até à prisão por seis a 13 meses, relata a estação de rádio Ugandesa Capital FM.

Vendedores ambulantes e outros pequenos comerciantes, prostitutas, consumidores de drogas e sem-abrigo foram muitas vezes os grupos que mais sofreram com a legislação arcaica, disse Jjuuko.

«Qualquer pessoa encontrada a passear pelas ruas pode ser recolhida e acusada de ser um vagabundo», disse o director da organização de direitos humanos à BBC.

A prostituição é ilegal no Uganda, enquanto que o comércio de rua não é permitido em algumas zonas da capital, Kampala, pelo que é comum que a polícia e as autoridades municipais realizem rusgas massivas contra estas pessoas, às quais por vezes é pedido o pagamento de uma taxa para evitar a prisão.

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