
O Primeiro-Ministro britânico Rishi Sunak disse na quinta-feira que sempre que há racismo «temos de o enfrentar», reagindo ao escândalo do Palácio de Buckingham em que uma assistente feminina se demitiu após um incidente racista.
Sunak, que se recusou a comentar directamente o incidente, disse que tinha experimentado o racismo, apesar dos progressos que acredita terem sido feitos sobre o assunto.
«O nosso país tem feito progressos incríveis na luta contra o racismo. Mas o trabalho nunca está terminado. É por isso que sempre que o vemos, temos de o enfrentar», disse ele aos meios de comunicação social.
«A coisa certa a fazer é aprender continuamente as lições e avançar para um futuro melhor», acrescentou ele.
A pessoa responsável pelo escândalo, Lady Susan Hussey, esteve no centro de um incidente na quarta-feira quando questionou repetidamente a fundadora de uma organização de caridade sobre o seu local de origem.
O Palácio de Buckingham emitiu uma declaração chamando os comentários «inaceitáveis e profundamente lamentáveis». Embora a pessoa responsável pelo incidente racista fosse inicialmente desconhecida, a imprensa britânica confirmou desde então que foi Lady Susan Hussey, antiga assistente pessoal da falecida Elizabeth II e madrinha do Príncipe William.
«O racismo não tem lugar na nossa sociedade», disse William através de um porta-voz. «Os comentários eram inaceitáveis e é correcto que esta pessoa se tenha afastado com efeito imediato», disse a declaração.






