
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, acusou na terça-feira a coluna «Jaime Martínez» dos dissidentes dos agora extintos guerrilheiros das FARC da emboscada que matou quatro soldados e feriu outros seis no município caucasiano de Buenos Aires (sudoeste).
O ataque teve lugar na aldeia de Munchique, onde esta coluna de dissidentes das FARC é conhecida por operar. Os soldados foram surpreendidos com o lançamento de granadas e explosivos improvisados, conhecidos como tatucos, relata a estação de rádio RCN.
Petro convocou um conselho de segurança extraordinário e salientou que o exército «não abandonará a zona» e permanecerá na zona afectada, que tem algumas das principais rotas de tráfico de droga e outros mercados ilegais para o acesso ao Pacífico.
Questionado sobre a possibilidade de abrir um diálogo com esta organização armada, Petro salientou que o único processo que existe actualmente a este respeito é aquele que está a ser levado a cabo com o grupo guerrilheiro Exército de Libertação Nacional (ELN), mas não com os dissidentes das FARC, com os quais apenas se tem falado de «uma possibilidade».






