
A polícia federal belga intensificou a vigilância em torno da casa do Ministro da Justiça belga e vice-primeiro-ministro, o liberal flamengo Vincent Van Quickenborne, após novas provas na investigação que levaram ao desfecho de um plano para o raptar em Setembro, terem levado as autoridades a levantar o alerta.
O Ministério Público Federal disse aos meios de comunicação locais que «novos elementos» tinham surgido durante a investigação, o que tornou necessário alargar os inquéritos, sem dar mais pormenores sobre o conteúdo das conclusões, mas confirmando que tinham por isso decidido aumentar o nível de vigilância da casa de Van Quickenborne na cidade flamenga de Cortrique (Bélgica ocidental).
No final de Setembro, várias pessoas foram presas por ameaças contra o ministro e após ter sido encontrado um veículo estacionado no bairro residencial onde se encontra a casa de Van Quickenborne.
Kalashnikovs, material explosivo e outros artigos que poderiam ser garrafas de gás foram encontrados no interior do veículo, que tinha matrícula holandesa, e os investigadores sugeriram que poderia ser uma tentativa de rapto planeada pelo crime organizado. Quatro pessoas ainda se encontram em prisão preventiva em relação a estes eventos.






