
O Tribunal Constitucional do Peru esclareceu na quarta-feira que o recolher obrigatório decretado perante o Presidente Pedro Castillo foi retirado do cargo pelo Congresso peruano é «inconstitucional» e, portanto, não tem efeito legal.
«O recolher obrigatório que foi decretado é inconstitucional e ilegal. Ninguém deve obediência a um governo usurpador», explicou o presidente do Tribunal Constitucional, Francisco Morales, numa conferência de imprensa, como noticiado pela RPP peruana.
Neste sentido, explicou que «a situação política» foi resolvida após «a sucessão presidencial», tendo em conta que o decreto presidencial de Castillo não foi publicado no jornal oficial El Peruano.
«Os cidadãos devem permanecer calmos e apelamos às instituições estatais para que continuem a funcionar normalmente e com respeito pelas liberdades públicas», disse Morales numa declaração publicada na conta oficial do Tribunal Constitucional.






