
O governo russo confirmou a deportação para os Estados Unidos da cidadã americana Sarah Rachel Krivanek, que foi condenada em Agosto deste ano a um ano e meio de prisão por ter ferido a sua colega de quarto com uma faca em Novembro de 2021 durante uma disputa no seu apartamento na periferia de Moscovo.
Krivanek, que argumentou que tinha agido em legítima defesa, recebeu fiança com a promessa de não deixar o país, o que acabou por fazer num confuso incidente diplomático em que a mulher foi interceptada no aeroporto de Moscovo com uma carta de repatriação.
A Embaixada dos EUA alegou nos comentários à revista «People» que não tinha conhecimento de que o professor de inglês californiano de 45 anos estava impedido de deixar a Rússia.
O incidente em si não alcançou mais significado porque o seu colega de quarto acabou por ter apenas um ligeiro corte no nariz e pediu às autoridades que anulassem o processo contra Krivanek. Contudo, a prisão da mulher no aeroporto acabou por conduzir a uma condenação final pelo acto violento numa prisão na região central de Ryazan.
Agora, o Vice-Ministro dos Negócios Estrangeiros russo Sergei Riabkov confirmou a deportação do americano, sem dar muitos pormenores. «Fisicamente não tenho ideia de como aconteceu, mas o facto real da deportação posso confirmar», disse Riabkov à Interfax, sem indicar que a deportação estava relacionada com a troca de ontem entre a jogadora de basquetebol americana Brittney Griner e o traficante de armas Viktor Bout.






