
Vidiye Tshimanga, antigo conselheiro estratégico do Presidente da República Democrática do Congo (RDC), Felix Tshisekedi, acusou a acusação de não apresentar provas suficientes depois de um procurador ter exigido três anos de prisão contra ele por tráfico de influência e corrupção.
A acusação do procurador-geral é de três anos, mas não aceitarei nem um segundo na prisão porque estou inocente», disse Tshimanga, de acordo com o portal de notícias Actualité, «peço para ser absolvido e para me ser permitido continuar com uma vida honrada como tinha antes do escândalo.
O veredicto final contra o antigo conselheiro de Tshisekedi, que foi detido em prisão preventiva a 21 de Setembro, é esperado dentro de cerca de dez dias. Tshimanga é acusado de negociar com alegados investidores em troca da obtenção de um contrato.
Segundo os advogados do antigo conselheiro do presidente da RDC, as provas fornecidas foram «editadas e divulgadas» nas redes sociais, uma vez que mostram Tshimanga em Kinshasha e não em Londres, onde ele afirmou ter estado.






