
A vice-presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, deu positivo no teste do coronavírus, anunciou o Grupo Puebla, confirmando que uma reunião em que ela deveria estar presente na segunda-feira foi adiada.
«A reunião do Grupo Puebla ‘Vontade popular e democracia. Do partido militar ao partido judicial, as «ameaças à democracia», que estava agendado para 12 de Dezembro, foram adiadas para 19 de Dezembro», disse a organização. «O adiamento deve-se ao facto de a Vice-Presidente Cristina Fernández de Kirchner ter dado positivo no teste COVID-19. Cristina está de boa saúde em El Calafate», acrescentou na sua conta do Twitter.
O diagnóstico foi confirmado por colaboradores da também presidente do Senado, que afirmaram em declarações à agência noticiosa estatal argentina, Télam, que «Cristina Fernández de Kirchner deu positivo num teste COVID-19». «Ela está de boa saúde em El Calafate», reiteraram eles.
O vice-presidente argentino foi condenado na terça-feira a seis anos de prisão e desqualificação vitalícia para o exercício de cargos públicos por crime de corrupção, no âmbito do chamado «caso Vialidad», embora a sentença ainda possa ser objecto de recurso. Após a decisão, Fernández de Kirchner denunciou ter sido vítima de um «estado paralelo» e de «uma máfia judicial».
Fernández de Kirchner tinha sido acusada de participar num esquema para defraudar o Estado através da concessão de obras públicas na província de Santa Cruz durante o seu mandato como presidente (2007-2015) e o do ex-presidente e seu falecido marido, Néstor Kirchner (2003-2007).






