
O poder judicial peruano admitiu a petição de habeas corpus apresentada pelo advogado de Pedro Castillo em busca da libertação imediata do antigo presidente, que se encontra detido preventivamente durante uma semana sob acusação de rebelião após ter anunciado a dissolução do Congresso e a convocação de eleições.
Segundo «La República», o advogado assinala que Castillo foi detido de forma «irregular e ilegal» por este crime uma vez que, segundo ele, não existem provas de que tenha utilizado armas, mas que se limitou a ler um discurso.
O Terceiro Tribunal Constitucional de Lima decidiu admitir o processo contra o poder judicial com base neste argumento da alegada violação da liberdade individual de Castillo, de acordo com o jornal local.
Este tribunal distancia-se assim da decisão do Segundo Tribunal Constitucional de Lima, que na quinta-feira declarou inadmissível o habeas corpus apresentado contra a procuradora da Nação, Patricia Benavides, e o chefe da Equipa Especial do PNP, o Coronel Harvey Colchado.






