
O governo espanhol reiterou a sua condenação da execução do segundo prisioneiro no Irão a ser oficialmente condenado por um alegado crime resultante dos protestos que têm sido organizados em diferentes partes do país desde a morte sob custódia policial da jovem curda Mahsa Amini.
«Reiteramos a nossa forte condenação de uma nova execução no Irão, no contexto dos protestos. A Espanha opõe-se à pena de morte em todos os países e circunstâncias», disse o Ministério dos Negócios Estrangeiros numa mensagem publicada na rede social Twitter, na qual também exigiam que «a repressão de manifestações pacíficas e violações dos direitos humanos deve cessar» no Irão.
O prisioneiro, identificado como Majidreza Rahnavard, foi condenado à morte por alegadamente ter morto dois membros das forças de segurança e ferido outros quatro com uma faca no final de Novembro.
No final da semana passada, o Irão anunciou que tinha executado o primeiro prisioneiro, identificado como Mohsen Shekari, condenado por ferir «intencionalmente» um segurança com uma faca comprida e bloquear uma rua na capital.
Do mesmo modo, a Embaixada de Espanha no Irão tem seguido de perto os casos dos dois espanhóis detidos pelas autoridades iranianas durante semanas e tem mantido as famílias de ambos informados, segundo fontes diplomáticas, como indicado à Europa Press.






