
O presidente do Equador, Guillermo Lasso, anunciou na quarta-feira que o país receberá 700 milhões de dólares (mais de 650 milhões de euros) em financiamento social ao abrigo de um acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI).
«Este é o Equador do encontro: um Equador que tem confiança internacional porque sabe como gerir de forma eficaz e transparente. Ordem fiscal e enfoque social», disse o presidente equatoriano no seu perfil no Twitter.
Segundo Antoinette Monsio Sayeh, vice-directora administrativa do FMI, o Equador «atingiu um marco importante», uma vez que as suas acções contribuíram para «atenuar os efeitos socioeconómicos da pandemia», como noticiado pelo jornal «El Comercio».
«Uma gestão fiscal prudente permitiu às autoridades cumprir todos os critérios quantitativos de desempenho até ao final de Agosto de 2022 e espera-se que o sector público alcance o seu primeiro excedente desde 2008», acrescentou ela.
O ministro da Economia e Finanças Simon Cueva indicou em Junho que o Equador receberia este montante se preenchesse as condições, acrescentando que os fundos seriam utilizados para despesas sociais, projectos rodoviários, segurança e combate à desnutrição infantil.
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) do Equador caiu em Novembro para 3,6% numa base anual, um valor não registado desde Maio deste ano, quando se situava em 3,4%, informou na semana passada o Instituto Nacional de Estatística e Censos (INEC).






