
O Provedor de Justiça peruano esclareceu que seis pessoas morreram nos protestos sociais exigindo a dissolução do governo de Dina Boluarte e a libertação de Pedro Castillo, depois de a chefe da entidade, Eliana Revollar, ter mencionado que havia sete mortos.
«O Gabinete do Provedor de Justiça deseja informar o público de que há seis e não sete pessoas mortas no contexto dos protestos que ocorrem no país», lê-se numa declaração.
Assim, a entidade indicou que a informação que inicialmente recolheu «não é exacta»: «A alegada pessoa falecida, chamada Jonathan Lloclla Loayza, segundo informações do Registo Nacional de Identificação e Estado Civil (Reniec), não existe», afirmou.
Desta forma, o Provedor de Justiça esclareceu que os falecidos são seis pessoas, duas das quais são menores (15 e 16 anos), três outras tinham 18 anos e a última tinha 38 anos.
«Lamentamos a morte dos cidadãos, incluindo dois adolescentes, e apelamos ao fim da violência», continua a carta.
A ministra da saúde do país, Rosa Gutiérrez, relatou esta correcção horas antes: «Quero especificar que existem seis mortos a partir do corte de hoje. É verdade que temos pessoas feridas em diferentes pontos, mas estão a ser tratadas atempadamente», explicou, segundo o jornal peruano ‘La República’.






