
O governo bielorrusso disse na sexta-feira que decidiu prorrogar até Junho a sua proibição de importação de bens de países ocidentais considerados «não amigos».
A proibição foi introduzida pela primeira vez no início deste ano e após a invasão russa da Ucrânia ter começado, mas foi prorrogada por mais seis meses no Verão.
Foi agora prolongado até 30 de Junho, de acordo com informações do governo bielorrusso, que agora esclareceu que se trata de medidas impostas como resultado das sanções ocidentais sobre a guerra na Ucrânia.
A medida afecta particularmente a importação de vegetais e culturas de raiz, tais como batatas, cebolas, cenouras, couves e beterrabas, assim como frutos secos e maçãs. Em Junho de 2022, o governo levantou uma série de medidas restritivas impostas até então, afectando países como os Estados Unidos, Canadá, Albânia, Reino Unido, Islândia, Noruega, Macedónia do Norte, Montenegro e Suíça.
O Presidente da Bielorrússia Alexander Lukashenko advertiu que o prazo para a formação de um mercado único de energia com a Rússia já passou, de acordo com a agência noticiosa BelTA.
«Permitam-me lembrar que o programa para a formação deste mercado único inclui medidas que não foram implementadas. Quem é responsável por isto e como vamos corrigi-lo», disse ele.






