
O presidente do Equador, Guillermo Lasso, acusou a Assembleia Nacional de ir de «férias» e atrasar a aprovação de reformas que o governo considera fundamentais, tais como a nova lei sobre questões de segurança no país sul-americano.
A sessão plenária da Assembleia não começou no domingo devido à ausência da grande maioria dos legisladores, incluindo os deputados da União para a Esperança (Unes), aliados do ex-presidente equatoriano Rafael Correa, que constituem o maior grupo.
«Embora não deixemos de trabalhar todos os dias e de qualquer lugar, a Assembleia não tem quórum para tratar de um projecto de lei importante para reforçar a luta contra a insegurança», lamentou Lasso, referindo-se a uma reforma que o executivo está a pedir. «E a segurança dos equatorianos?» acrescentou ele no Twitter.
Para o governo equatoriano, que também emitiu outra declaração sobre a controvérsia, a paralisia da Assembleia «não só denota indiferença e indolência», mas também «desrespeita» decisões «judiciais e constitucionais».
As autoridades equatorianas tomaram medidas extraordinárias nos últimos meses para combater a crescente onda de violência, com estados de emergência em várias regiões, incluindo Guayaquil, que não conseguiram conter a escalada das tensões.
Fonte: (EUROPA PRESS)






