
O Ministério da Defesa das Filipinas anunciou na quinta-feira uma maior presença militar no Mar do Sul da China face ao aumento das actividades chinesas nas águas disputadas.
As autoridades, que não especificaram que actividades estavam envolvidas, disseram que no início desta semana a China tinha realizado trabalhos de construção em quatro zonas desabitadas das Ilhas Spratly.
Advertiram que qualquer reivindicação dentro da zona económica exclusiva é considerada uma «ameaça à segurança da ilha de Thitu, que faz parte do território soberano das Filipinas», como indicado pelo Ministério da Defesa em declarações relatadas pelo portal de notícias Rappler.
«Instamos a China a respeitar as regras do direito internacional e a evitar uma tensão crescente na região», afirmou, enquanto que a embaixada chinesa na capital filipina de Manila reiterou que Pequim está a honrar os seus compromissos na região.
A China reivindica a soberania sobre as águas em grande parte do Mar do Sul da China, onde tem estado envolvida numa disputa territorial de longa data com o Vietname, Brunei, Malásia e Filipinas.
Foram descobertas reservas significativas de hidrocarbonetos na plataforma continental destas ilhas, especialmente nas ilhas Xisha (as ilhas Paracelsus), Nansha (as ilhas Spratly) e Huangyan (o recife de Scarborough). Thitu, que pertence aos Spratlys, é a mais estrategicamente importante das nove ilhas das Filipinas e está localizada perto do Subi Reef administrado pela China.
Fonte: (EUROPA PRESS)






