
O líder norte-coreano Kim Jong Un estabeleceu novos objectivos-chave para o reforço das capacidades de defesa para o próximo ano, de acordo com um relatório divulgado terça-feira na segunda sessão plenária do Comité Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia (WPK).
O relatório apresentado pelo líder norte-coreano analisou «a nova situação desafiante criada na península coreana e a situação política internacional em profundidade», de acordo com a agência noticiosa norte-coreana KCNA.
Além disso, o documento estabelece novos objectivos de defesa a serem perseguidos até 2023 no contexto de uma «situação de mudança multilateral».
CORÉIA DO SUL RECORDA DRONES COREIA DO NORTE Neste contexto, pelo menos cinco drones norte-coreanos penetraram no espaço aéreo sul-coreano na segunda-feira. Este tipo de evento é o primeiro registado desde Junho de 2017, com a incursão de outro drone na província de Gangwon.
Além disso, entre 2014 e 2017, Seul denunciou numerosos sobrevoos com drones pela Coreia do Norte e alertou para a ameaça militar representada por estes dispositivos.
Como resultado, o Presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol comprometeu-se a intensificar as operações de vigilância e reconhecimento militares após as infiltrações norte-coreanas de segunda-feira, que provocaram a resposta de Seul e voltaram a aumentar as tensões na península coreana.
«Penso que as pessoas viram claramente o perigo de uma política norte-coreana que dependia de boas intenções e acordos militares com a Coreia do Norte», disse ele, antes de revelar que as autoridades sul-coreanas «tinham estado a planear a criação de uma unidade de aeronaves para efectuar operações de vigilância e reconhecimento de instalações militares chave norte-coreanas e, tendo em conta o incidente de ontem, vamos acelerá-la tanto quanto possível», como noticiado pela agência noticiosa Yonhap da Coreia do Sul.
Fonte: (EUROPA PRESS)






