
O Grupo de Apoio ao Islão e aos Muçulmanos (JNIM), uma filial da organização terrorista Al Qaeda no Sahel, reivindicou a responsabilidade por dois ataques numa cidade perto da capital do Mali, Bamako, na segunda-feira, que deixaram pelo menos quatro pessoas mortas.
O grupo afirmou numa declaração publicada nos seus canais de propaganda que os ataques «simultâneos» foram realizados por JNIM «mujahideen» contra «tiranos malianos».
«Se espalharem terror contra os muçulmanos oprimidos e se Deus quiser, mergulharemos as suas cidades e vilas no terror e no medo. Não descansarão até que regressem a Deus e tirem as mãos dos muçulmanos», advertiu o grupo terrorista.
Os ataques foram efectuados na segunda-feira contra uma portagem em Kassela e um posto de bombeiros em Markakongo, na região de Koulikoro, conforme noticiado pelos meios de comunicação locais.
O Mali e os outros países do Sahel sofreram um aumento da violência, tanto a violência jihadista nas mãos de grupos ligados à al-Qaeda e ao Estado islâmico, como a violência intercomunal, levando a França e os países do Sahel do G5 – Burkina Faso, Chade, Mali, Mauritânia e Níger – a intensificarem as suas operações.
Fonte: (EUROPA PRESS)






