
As autoridades sauditas anunciaram o fim das restrições à peregrinação a Meca, a fim de facilitar a realização do Haj, um dos pilares fundamentais da religião, pela população muçulmana.
O ministro responsável pelo Haj, Tawfiq al-Rabiah, anunciou que três anos após a pandemia de coronavírus, o número de peregrinos poderia voltar aos números registados antes do surto de COVID-19.
Antes da pandemia, cerca de 2,5 milhões de muçulmanos de todo o mundo reuniam-se todos os anos para a Haj, a maior congregação do Islão, na cidade sagrada de Meca, localizada na costa ocidental do país, a cerca de 70 quilómetros de Jeddah.
No entanto, em 2020, durante as fases iniciais da pandemia, apenas alguns milhares de residentes da Arábia Saudita foram capazes de executar o Haj no meio de rigorosas medidas de distanciamento social.
Em 2021 o número tinha aumentado para 60.000 residentes, enquanto que em 2022 estima-se que cerca de um milhão de peregrinos puderam fazer a viagem a Meca depois de ter permitido que muçulmanos do estrangeiro realizassem a peregrinação.
No entanto, as restrições ainda impunham um limite de idade de 65 anos, que será finalmente levantado este ano, de acordo com a agência noticiosa saudita SPA.
O Haj, um dos cinco pilares do Islão, é um dever obrigatório único para todos os muçulmanos que, se tiverem recursos financeiros suficientes e forem fisicamente capazes, devem empreender a viagem até Meca.
Fonte: (EUROPA PRESS)






