
A Presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen disse na terça-feira que iria introduzir uma nova ronda de sanções contra a Bielorrússia pelo seu papel na agressão da Rússia contra a Ucrânia, como parte do apoio contínuo a Kiev e da pressão contra Moscovo e os seus aliados.
Falando numa conferência de imprensa na sede da OTAN, onde Von der Leyen assinou a nova declaração de cooperação UE-NATO com o Secretário-Geral da OTAN Jens Stoltenberg e o Presidente do Conselho Europeu Charles Michel, Von der Leyen disse que estava a propor novas restrições contra Minsk pelo seu apoio militar a Moscovo no contexto da agressão contra o país vizinho.
«Continuaremos a fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para apoiar o povo corajoso da Ucrânia. Vamos manter a pressão sobre o Kremlin durante o tempo necessário com um regime de sanções que morda», disse o político alemão, observando que as medidas punitivas serão alargadas àqueles que apoiam militarmente Moscovo, mencionando a Bielorrússia, que permitiu à Rússia utilizar o seu território para lançar ataques contra a Ucrânia, e o Irão, que já é alvo de sanções europeias por fornecer drones kamikaze que a Rússia utiliza contra alvos civis na Ucrânia.
Sobre este ponto, a líder do executivo europeu avançou que irá colocar novas sanções sobre a mesa, que circunscreveu a Minsk, «em resposta ao seu papel na guerra na Ucrânia». Também garantiu que a Europa continuaria a prestar «assistência humanitária, económica e de segurança» à Ucrânia «enquanto fosse necessário».
Fonte: (EUROPA PRESS)






