
O governo do Zimbabué aprovou uma lei que proíbe greves que duram mais de 72 horas no sector da saúde e impõe penas de prisão até seis meses por violação da lei.
A Associação de Médicos para os Direitos Humanos do Zimbabué condenou a medida numa declaração, descrevendo-a como «draconiana». Advertiu que isto levará a que mais médicos procurem trabalho fora do país.
Estima-se que 4.000 trabalhadores da saúde se tenham demitido durante o ano passado, o que foi marcado por várias greves que exigiram um aumento salarial devido à queda da moeda local e ao aumento da inflação, bem como mais equipamento e melhores instalações.
A medida foi aprovada pelo Parlamento em Novembro passado e foi agora introduzida no jornal oficial do país.
Fonte: (EUROPA PRESS)






