
Um tribunal na insurreição Huthi do Iémen iniciou na sexta-feira o julgamento de quatro activistas acusados de criticar as milícias, no qual os arguidos podiam enfrentar a pena de morte.
O julgamento foi denunciado pelo ministro da informação do Iémen, Moamar al Eryani, que, numa declaração publicada pelo jornal Asharq al Awsat, comparou o julgamento às «práticas de repressão exercidas pelo Irão», um aliado da insurreição.
Os detidos foram identificados como Ahmad Hajar, Mustafa al Mumary, Hamud al Mesbahi e Ahmad al Law, todas personalidades do YouTube que tinham criticado as autoridades Huthi, que controlam a capital do país, Sana’a, desde finais de 2014, na eclosão de uma guerra que mergulhou o país na maior catástrofe humanitária do mundo.
O ministro diz que todos os arguidos rejeitaram as acusações e que a ameaça da pena de morte não é mais do que uma tentativa de intimidar a imprensa.
Fonte: (EUROPA PRESS)






