
As autoridades equatorianas relataram ter recuperado o controlo da prisão El Inca após violentos confrontos entre reclusos na sexta-feira em que um dos reclusos morreu.
«Infelizmente, o confronto entre reclusos deixou uma pessoa morta, identificada como César V.», relatou o Serviço Nacional de Atenção Integral aos Adultos Privados de Liberdade e aos Delinquentes Adolescentes do Equador (SNAI).
A agência sublinha que «não houve tumulto neste CPPL, mas foi uma luta entre reclusos que provocou incidentes» no Centro Penitenciário Masculino Nº 1 de Pichincha, mais conhecido como Prisão El Inca.
Um total de 110 membros do Grupo de Operações Especiais GOE, a Unidade de Manutenção da Ordem – UMO, e oficiais do Corpo de Segurança e Vigilância Penitenciária invadiram o centro penitenciário em «acções de força» que «permitiram o controlo total e imediato do centro».
O pessoal militar é colocado fora da prisão para garantir a segurança, de acordo com o jornal equatoriano ‘El Telégrafo’.
Dez reclusos foram mortos em tumultos na mesma prisão no dia 18 de Novembro. Os tumultos estavam relacionados com a transferência de um prisioneiro de segurança máxima para a prisão de La Roca, em Guayaquil. Além disso, a 1 de Dezembro de 2022, o director do centro, Santiago Loza, foi assassinado, agredido por alegados assassinos contratados.
Fonte: (EUROPA PRESS)






