
O Eliseu na quarta-feira lamentou a morte de Lucile Randon, uma freira conhecida como Irmã André, que era um «emblema de continuidade e resistência», tendo vivido duas guerras mundiais e testemunhado o mandato de 18 presidentes franceses.
Randon, a mulher mais viva do mundo, testemunhou «a chegada da electricidade à sua escola», bem como a transformação industrial do início do século XX, com o advento dos automóveis e da aviação.
«Ela, que com 118 anos ainda cultivava dois dos seus prazeres mais diários, um copo de vinho e uma barra de chocolate, manteve viva a tradição francesa da longevidade, brincando muitas vezes com o bater do recorde diante de Jeanne Calment», recordou o Eliseu numa declaração emocional.
Calment, que nasceu em Arles, França, e morreu em 1997 quando tinha 122 anos e 164 dias de idade, ainda tem a honra de ser a pessoa mais viva da história, de acordo com o Livro dos Recordes do Guinness.
André, que morreu no dia anterior, nasceu no sul de França em 1904, e foi acrescentado à lista de pessoas vivas mais antigas em Abril de 2022. Segundo os Recordes Mundiais do Guinness, ela foi a segunda pessoa francesa e europeia mais antiga alguma vez registada.
Fonte: (EUROPA PRESS)






