Suécia, Noruega e Finlândia abrem também a porta para o envio de tanques Leopard para a Ucrânia

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Arquivo – Imagem de arquivo do treino do Leopardo 2 da Bundeswehr alemão em Muenster, Baixa Saxónia – Philipp Schulze/dpa

As autoridades suecas, norueguesas e finlandesas abriram na quarta-feira a porta para a possibilidade de enviar tanques Laopard para a Ucrânia, embora tenham indicado que não há planos para o fazer nesta fase.

«De momento, não há preparativos para a entrega destes tanques pela Suécia, mas esta possibilidade não está excluída numa data posterior», disse o Ministro da Defesa Pal Jonson ao jornal Svenska Dagbladet.

Jonson já tinha indicado na sexta-feira que, em termos gerais, não havia objecções a isto. Na quarta-feira, o governo alemão confirmou finalmente que enviaria 14 tanques deste tipo para a Ucrânia e, após dias de pressão, deu luz verde a outros países para tomarem decisões semelhantes. O exército sueco tem cerca de 120 tanques Leopardos.

Por seu lado, o governo norueguês indicou que também está a estudar a possibilidade de transferir tanques, embora não tenham sido tomadas quaisquer decisões de momento, como relatado pelo diário ‘Dagens Naringsliv’, que aponta para o possível envio de 36 tanques Leopard por Oslo.

Pouco depois, o Ministro dos Negócios Estrangeiros finlandês Pekka Haavisto manteve conversações durante o dia sobre o processo de adesão do país à NATO e outras questões relacionadas com a guerra na Ucrânia. Viajou para Riga para conversações com o Presidente letão Egils Levits e o Ministro dos Negócios Estrangeiros Edgars Rinkevics.

Sobre a questão do envio de tanques Leopard, Haavisto reiterou que o país tem esses tanques e está pronto a participar num «pacote conjunto no qual a Alemanha, felizmente, participará». «Estamos prontos a participar de uma forma ou de outra», disse, segundo o jornal ‘Helsingin Sanomat’.

A este respeito, salientou que a Finlândia aumentou recentemente a sua assistência militar à Ucrânia e salientou que o último pacote de ajuda vale mais de 400 milhões de euros.

Fonte: (EUROPA PRESS)