
A União Europeia formalizou na sexta-feira uma nova prorrogação de seis meses, até 31 de Julho de 2023, das sanções económicas que impõe à Rússia pelas suas «acções desestabilizadoras» contra a Ucrânia, medidas que estão em vigor desde a invasão da Crimeia em 2014, mas que foram «significativamente prorrogadas» na sequência da guerra «injustificada» que o Kremlin lançou há um ano contra a Ucrânia.
A UE completou assim este pacote económico com medidas sectoriais, incluindo restrições ao comércio, finanças, tecnologia, indústria, transportes e bens de luxo.
As sanções posteriores incluíram, por exemplo, um veto à importação ou transporte de petróleo russo para a UE, a desconexão de uma dúzia de bancos russos do sistema de transferências internacionais Swift e a retirada de licenças de vários meios de comunicação considerados como instrumentos de propaganda de Moscovo.
Para além das sanções económicas, a UE implementou outras sanções, tais como restrições às relações económicas com os territórios «ilegalmente anexados» da Crimeia e da cidade de Sevastopol, bem como com as áreas não controladas pelo governo de Donetsk e Lugansk.
Tem também uma lista de indivíduos sancionados pelo seu apoio à agressão russa, incluindo um congelamento dos seus bens na UE e uma proibição de viajar para o território da UE, bem como medidas diplomáticas.
Fonte: (EUROPA PRESS)






