
O Presidente dos EUA Joe Biden confirmou na quinta-feira que Brian Deese, o seu principal conselheiro económico, planeia demitir-se após dirigir o Conselho Económico Nacional desde Dezembro de 2020.
«Ele ajudou a transformar a minha visão económica em realidade e geriu a transição da nossa recuperação económica histórica para um crescimento estável e estável», disse o presidente numa declaração divulgada pela Casa Branca.
Nesse sentido, disse que Deese trabalhou em várias frentes «fundamentais» para a recuperação da economia dos EUA, tais como o plano de resgate dos EUA, a lei de infra-estruturas bipartidárias, o CHIPS e a lei da ciência, bem como a lei de redução da inflação.
«Nos últimos dois anos, tenho confiado em Brian Deese para me ajudar a fazer exactamente isso. Brian tem uma capacidade única de traduzir desafios políticos complexos em acções concretas que melhoram a vida dos americanos», disse ele.
Pela sua parte, Deese garantiu, em declarações à rede MSNBC recolhidas pela CNN, que o seu mandato teve lugar num «período sem precedentes em quase todos os sentidos da palavra para lidar com uma pandemia, uma crise económica e todo o tipo de acontecimentos incertos, tais como a invasão da Ucrânia pela Rússia».
A sua partida ocorre quando Biden e o Presidente da Câmara, Kevin McCarthy, um republicano, entram em conflito sobre o limite máximo da dívida na Câmara, uma vez que os orçamentos democratas expiram em Março próximo.
O Departamento do Tesouro anunciou anteriormente que poderá continuar a pagar as notas durante mais alguns meses, até 5 de Julho, até a nova maioria republicana na Câmara aprovar um corte orçamental, informou a NBC News.
Fonte: (EUROPA PRESS)






