
O Serviço Nacional de Prevenção e Resposta a Catástrofes do Chile (Senapred) aumentou para 16 o número de mortes causadas pela onda de incêndios florestais que devastam o centro-sul do país latino-americano e que levaram o governo a solicitar ajuda internacional a vários países, incluindo a Espanha, para conter as chamas.
No seu último relatório, Senapred confirmou um total de 251 surtos, 80 dos quais activos, no meio de uma situação de alerta vermelho nas regiões de Ñuble, Biobío e La Araucanía.
Do número total de mortos, doze são da comuna de Santa Juana, na região de Biobío, incluindo Yesenia Muñoz, uma bombeira que morreu durante o trabalho de controlo.
Um piloto de aviões ligeiros e o seu companheiro morreram na comuna de Galvarino, na região de La Araucanía, depois de o avião se ter despenhado quando estava a caminho de controlar os incêndios florestais.
De acordo com a Ministra do Interior do Chile, Carolina Tohá, quatro outras mortes foram apanhadas nas chamas enquanto voavam na comuna de Santa Juana.
No sábado, a Ministra do Interior Carolina Tohá confirmou a activação de um pedido de apoio internacional em busca de ajuda do estrangeiro para reforçar a luta contra os incêndios no Chile.
Estes pedidos foram dirigidos à Argentina, Brasil, Uruguai, México, Espanha e outros países, de acordo com La Moneda. «Foram feitos contactos com vários governos para reforçar as medidas anteriormente tomadas com empresas que prestam serviços», disse ele nos comentários relatados pela Radio BíoBío.
Fonte: (EUROPA PRESS)






