
As mesas de voto do Equador abriram as suas portas no domingo para votar as emendas constitucionais promovidas pelo presidente, Guillermo Lasso, num plebiscito que também é visto como um termómetro popular do seu trabalho ao leme do país.
O Equador é chamado a eleger 5.600 postos locais, onde o partido no poder irá competir com candidatos leais ao ex-presidente Rafael Correa, ainda uma figura popular no país sul-americano apesar de residir fora do país e ter vários casos em aberto. O Conselho para a Participação Cidadã e Controlo Social (CPCCS) também será renovado.
A presidente da CNE, Diana Atamaint, inaugurou uma votação na qual 13 milhões de equatorianos no país, mais outros 400.000 no estrangeiro, têm direito a votar.
O Presidente Lasso também participou na inauguração das eleições, ensombrado nas últimas horas pelo assassinato de Omar Menéndez, candidato a presidente da câmara de Puerto López, num atentado que também custou a vida a uma rapariga de 16 anos, que foi morta a tiro pelos tiros que mataram o membro da Revolução Cidadã «correista» (Revolución Ciudadana).
«Independentemente das circunstâncias, estarei sempre do lado da defesa da vida. Manifesto as minhas condolências à sua família e também ao partido político que representou em Puerto López», disse o presidente em declarações relatadas pelo ‘El Universo’.
Em relação ao referendo, Lasso espera assumir «com maturidade os resultados» por «amor ao país». «Ninguém tem o direito de desrespeitar a democracia. Ninguém tem o direito de desrespeitar a voz do povo», disse o presidente.
Fonte: (EUROPA PRESS)






