
Pelo menos 15 soldados foram mortos e outros nove raptados num ataque por membros suspeitos da coligação rebelde de Patriots for Change (CPC) na cidade centro-africana de Ndah, no meio de um recrudescimento dos combates na área com o Exército da República Centro-Africana (CAR).
Os confrontos seguiram-se aos do final de Janeiro na região, que resultaram na morte de sete mercenários do Grupo Wagner, propriedade de um oligarca próximo do Presidente russo Vladimir Putin.
De acordo com notícias do portal Corbeau News, os rebeldes retiraram-se após os confrontos na cidade, mas na terça-feira lançaram uma ofensiva contra as posições do exército em Ndah, que se encontra agora no seu poder.
As autoridades centro-africanas ainda não comentaram estes confrontos em Ndah, o cenário em Abril de 2022 da morte de numerosos civis alegadamente às mãos do Grupo Wagner, o que levou as Nações Unidas a abrir uma investigação.
A presença dos mercenários de Wagner no país está a pedido do presidente da África Central, Faustin-Archange Touadéra, para apoiar as operações do exército contra o CPC, lideradas pelo antigo presidente e rival do actual governo, François Bozizé.
O Grupo Wagner enviou mercenários a vários países africanos nos últimos anos – incluindo a Líbia, Mali e CAR – o que levantou suspeitas entre vários países ocidentais, especialmente os EUA e a França, sobre o envolvimento de Moscovo em vários conflitos no continente.
Fonte: (EUROPA PRESS)






