
As autoridades russas e ucranianas confirmaram na terça-feira uma nova troca de prisioneiros sob a qual a Rússia retomou 90 militares mantidos em cativeiro pela Ucrânia, enquanto outros 130 defensores ucranianos foram devolvidos a Kiev.
Tal como confirmado nos meios de comunicação social pelo chefe do gabinete presidencial ucraniano, Andrii Yermak, os cidadãos que regressaram ao território ucraniano incluem membros das Forças Armadas, da Guarda Nacional e até guardas de fronteira.
Yermak também descreveu em pormenor que dos 130 prisioneiros libertados pela Rússia, 87 tinham realizado trabalhos defensivos na cidade de Mariupol, 71 dos quais são notáveis por terem defendido a fábrica de aço Azovstal.
A maioria das pessoas que recuperámos hoje estão gravemente feridas. Como diz o Presidente Volodimir Zelensky, o Estado deve tomar conta de cada uma delas. Cada um dos nossos heróis deve sentir que o Estado está a tomar conta deles», concluiu Yermak.
Entretanto, o Ministério da Defesa russo emitiu uma declaração confirmando que a Ucrânia libertou 90 prisioneiros de guerra russos, todos «em perigo de vida», informou a agência noticiosa TASS.
O Ministério da Defesa garantiu que os militares russos serão transferidos para Moscovo para tratamento e reabilitação, e salientou que todos eles «têm a assistência médica e psicológica necessária».
A Rússia e a Ucrânia completaram várias trocas de prisioneiros desde o início da guerra, há mais de um ano. Normalmente, estes processos têm seguido o princípio da proporcionalidade, embora tal não seja o caso desta última troca.
Fonte: (EUROPA PRESS)






