
O jornalista russo Vladlen Tatarski, conhecido pela sua especialização em assuntos militares, morreu no domingo após uma explosão num café em São Petersburgo.
Vinte e cinco outras pessoas foram feridas, 24 das quais foram hospitalizadas. Seis delas encontram-se em estado grave, de acordo com o Ministério da Saúde russo. Entre os feridos encontram-se a jornalista Tatiana Liubina e um membro do Regimento Imortal, uma organização que comemora a vitória militar soviética na Segunda Guerra Mundial, Sergei Chaulin.
O Ministério do Interior russo confirmou a morte do Tataski na sequência de uma deflagração numa cafetaria no passeio da Universidade de São Petersburgo, relata a agência noticiosa russa Interfax.
A polícia distrital de Vasileostrovsky recebeu informações sobre uma explosão na Casa 25 no Promenade da Universidade. Uma pessoa morreu como resultado, o correspondente de guerra Vladlen Tatarski. Dezasseis outras pessoas foram feridas e estão a receber cuidados médicos», explicou o Ministério num comunicado de imprensa da filial da região de São Petersburgo e Leninegrado.
Vídeos publicados nas redes sociais mostram várias pessoas em frente à fachada do café e danos materiais significativos. Os media russos relataram que uma mulher levou a bomba ao local onde Tatarski estava a realizar uma reunião com o público.
Fontes das forças de segurança citadas pela agência noticiosa TASS revelaram que o explosivo utilizado era cerca de 200 gramas de TNT e também continha estilhaços.
Tatarski, cujo verdadeiro nome é Maxim Fomin, nascido no Donbas na Ucrânia oriental, participava num «evento criativo» no café quando lhe foi entregue uma figura a esconder o explosivo, de acordo com fontes da TASS.
Tatarski, descrito como «propagandista» pela Ucrânia, tornou-se conhecido principalmente através do seu canal de Telegramas, onde tinha mais de 560.000 seguidores, e dos seus vídeos.
Fonte: (EUROPA PRESS)






