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Talibãs rejeitam aviso da ONU sobre o colapso económico do Afeganistão

Pedro Santos

2023-01-25
Arquivo
Arquivo – O porta-voz talibã Zabihullah Mujahid fala numa conferência de imprensa em Cabul. – KABIR / XINHUA NEWS / CONTACTOPHOTO

O porta-voz talibã Zabihullah Mujahid rejeitou na quarta-feira as previsões da ONU sobre o colapso económico do Afeganistão, dizendo que tal não aconteceria por causa das «raízes populares profundas» do país e por não ter um «sistema dependente da ajuda estrangeira».

«A alegação da ONU de que o sistema entrará em colapso devido a problemas económicos não é correcta», escreveu o porta-voz do grupo fundamentalista no seu perfil no Twitter, afirmando, ao contrário das organizações e gabinetes humanitários internacionais, que o Afeganistão não está dependente da ajuda estrangeira.

Enquanto Mujahid negou isto, admitiu que «claro» haverá «problemas económicos» uma vez que o Afeganistão «experimentou uma longa guerra e contínuas invasões».

«O Emirado Islâmico está firmemente determinado em reavivar todos os recursos económicos do país, em restaurar a economia e durante o último ano e meio foram dados e continuam a ser dados passos importantes», reiterou ele.

Desde a aquisição final do Afeganistão pelos Taliban em Agosto de 2021, a crise humanitária no país agravou-se, em parte devido às próprias políticas dos fundamentalistas, mas também devido às sanções impostas pela comunidade internacional, que entre outras coisas congelaram os bens do Estado afegão em instituições financeiras de outros países.

As agências humanitárias têm denunciado os obstáculos impostos pelos Taliban para lhes permitir realizar as suas operações, das quais depende a grande maioria da população, e que enfrenta actualmente a escassez de alimentos e medicamentos e um dos invernos mais duros dos últimos anos.

A decisão dos Talibãs de não permitir que as mulheres trabalhem em tais agências – acrescentando à série de restrições misóginas que têm vindo a impor rapidamente desde a sua chegada – levou muitas delas a cessar as operações, agravando ainda mais a situação precária do país.

Fonte: (EUROPA PRESS)

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